Seminário Santo Antônio

O Seminário Santo Antônio surgiu da necessidade da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil de ter um local adequado para receber e formar seus seminaristas, uma vez que o então Seminário de Rio Negro/PR se revelava pequeno diante das perspectivas de vocações no Brasil. Em 1943, o então Governo Provincial decidiu partir para uma nova construção em um local central da Província, com clima favorável, boa disponibilidade de água e perspectivas para um sustento autônomo e sadio para os jovens seminaristas.

Em 1945, partiram os frades a procura do local adequado para a nova construção. Chegaram a Agudos, onde já se encontravam as Irmãs Franciscanas de Siessen que muito se empenharam pela ida dos frades à cidade. O então prefeito da cidade, Pe. Aquino se entusiasmou pela ideia e, próximo à proprietária da Fazenda Santo Antônio, levou os frades até lá onde encontraram um local cultivado, com possibilidade de criação de gado plantação de pomares, com água e luz e muita área plana para a construção. O negócio foi fechado e começa então a construção do Seminário Santo Antônio de Agudos.

Os primeiros 70 seminaristas e 4 padres chegaram em 31 de Janeiro de 1950. As obras continuaram ininterruptas até 1955. Em dezembro de 1952, dois terços da casa já estavam de pé, em 1953 já eram 210 os seminaristas em Agudos.

O Fato mais significativo de 1955 foi a benção da Igreja em 11 de Setembro. Todo o mármore usado na sua ornamentação veio da Itália chegando apenas um mês antes da data marcada para a Inauguração. A Igreja foi dedicada à Imaculada Conceição, padroeira da Ordem Franciscana e patrona da Província.

O Órgão de Tubos foi construído pelo Sr. Siegfried Schürle e seu auxiliar August Pfau, ambos de São bento do Sul, Santa Catarina. Os estudos para a construção remontam a maio de 1959, a construção teve início no ano de 1961 e em 28 de Junho de 1962 o órgão foi inaugurado. É o maior do interior do estado de São Paulo, com 25 registros reais e 2.062 tubos.

O ano de 1959 marca o início da construção da piscina. Após o serviço de concretagem, em maio de 1960 ela foi enchida pela primeira vez para testar vazamentos, um milhão e quinhentos mil litros de água entraram nela. Em dezembro de 1960, dez anos depois da chegada dos primeiros seminaristas a turma pôde cair na piscina, que conta até hoje com estação de tratamento e reciclagem da água.

Ao longo desses 66 anos de existência, o Seminário Santo Antônio sempre teve suas alas cheias de seminaristas, hoje irmãos, padres e bispos a serviço da Igreja.

O carinho e o cuidado com esta casa nunca deixou de ser prioridade para todo frade, ex-aluno ou não. O local é também motivo de orgulho para acidade de Agudos.

O Órgão de Tubos foi construído pelo Sr. Siegfried Schürle e seu auxiliar August Pfau, ambos de São bento do Sul, Santa Catarina. Os estudos para a construção remontam a maio de 1959, a construção teve início no ano de 1961 e em 28 de Junho de 1962 o órgão foi inaugurado. É o maior do interior do estado de São Paulo, com 25 registros reais e 2.062 tubos.

O ano de 1959 marca o início da construção da piscina. Após o serviço de concretagem, em maio de 1960 ela foi enchida pela primeira vez para testar vazamentos, um milhão e quinhentos mil litros de água entraram nela. Em dezembro de 1960, dez anos depois da chegada dos primeiros seminaristas a turma pôde cair na piscina, que conta até hoje com estação de tratamento e reciclagem da água.

Ao longo desses 66 anos de existência, o Seminário Santo Antônio sempre teve suas alas cheias de seminaristas, hoje irmãos, padres e bispos a serviço da Igreja.

O carinho e o cuidado com esta casa nunca deixou de ser prioridade para todo frade, ex-aluno ou não. O local é também motivo de orgulho para acidade de Agudos.

Museu: Quando o Seminário foi planejado foi decidido reservar uma área de 350 metros quadrados para instalações de um Museu Escolar. Frei João da Cruz Schumacher começou o trabalho de organização, juntamente com outros frades e alunos que moravam no Seminário no ano de 1955. Mais tarde, Frei Gregório Johnscher foi quem assumiu a organização e o cuidado do museu.

Foi um trabalho cansativo, mas gratificante, com ajuda de muitas instituições e pessoas temos o que é hoje o Museu Escolar do seminário. Seria importante elencar três pessoas que ajudaram na construção: frei Geraldo Roderfeld: pintor dos 24 quadros do museu e frei José Lino Zimmermann e frei Jorge Schelbauer: construtores dos mostruários do museu.

Temos hoje um Museu baseado na teoria evolutiva. Começa na criação do mundo e vamos até a “era” atômica e espacial, contendo rochas, insetos, aves, animais empalhados, fauna da região de Agudos, materiais indígena, moedas, armas de guerras e alguns quadros pintados a mão. Todos esses materiais foram doados. Algumas locais são: Rio Negro/PR, Pará, Amazônia, Espírito Santo, Norte do Paraná, Agudos/SP, Rio de Janeiro, Museu de mineralogia de SP, Curitiba/PR, Camboriú/SC.

No dia 5 de outubro de 1975, às 9h da manhã foi celebrada uma solene missa com vários bispos franciscanos, o Padre Geral Frei Constantino Koser onde deu a benção inaugural do atual espaço.

O museu é um vínculo de cultura e conhecimentos científicos, para estudantes e povo em geral. O museu procura pôr em evidência que Deus é o Criador de tudo, deixando claro, que não há, nem precisa haver contradição, entre Deus e os postulados da ciência moderna, entre a história bíblica da criação. É considerado um dos museus mais completos da região.

Missão: Ser uma Fraternidade de Acolhimento a frades, religiosos, padres e leigos na realização de encontros, retiros e eventos diversos, através do modo franciscano de ser. Estar a serviço da Igreja local nas Paróquias e Seminário e pela ação evangelizadora, ser testemunho da oração, do serviço e da alegria proporcionando a todos o crescimento espiritual.